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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

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Filme: Mary e Max


Estava começando um novo dia aqui em casa quando me pego a ouvir as falas de um personagem de um filme que minha irmã mais nova via na sala. Achei muito diferente as coisas que ele falava, é melancólico, marcante, irónico e até engraçado. Percebi que minha irmã não estava curtindo muito o filme ao tirá-lo logo após seu inicio. Perguntei a ela de que filme se tratava e ela me disse  que era um tal de Mary e Max; - Um desenho muito chato! - disse ela. Pedi a mesma o filme para assistir, o vi naquela mesma hora e percebi que não se tratava de um desenho animado(talvez um desenho desanimado), mas sim de uma animação feita em Stop motion.

O filme conta a história de uma menina gordinha de 8 anos chamada Mary que se pergunta muitas coisas e decide, por um grande acaso, escrever uma carta para um nova iorquino chamado Max de 44 anos. Essa carta de Mary, com algumas duvidas inocentes, desenhos e até um barra de chocolate, mudaria a vida dos dois para sempre.

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Ao decorrer dessa amizade entre Max e Mary, as cartas correspondidas entre eles tratam de assuntos diversos, como: religião, sexo, obesidade, amizade, confiança, entre outros.

O filme se torna marcante assim que fica claro ao espectador que Max sofre da Sindrome de asperger e por isso age daquela forma, tentando compreender coisas simples no relacionamento humano, como: amizades, atitudes das pessoas, o porquê de não entender as expressões faciais dos outros e etc.

A amizade deles vence o tempo, Mary cresce, vai a faculdade, se casa e durante esse tempo todo um ajuda o outro em sua dificuldades. Mary decide estudar sobre as doenças mentais para ajudar seu amigo Max, enquanto Max a ajuda a realçar sua alto estima.

Um ótimo filme, recomendo a quem não viu ainda, o desenrolar da trama é muito boa, ele prova que para se fazer um bom filme não é preciso de tanta tecnologia. O filme é muito emocionante (principalmente o final), um ótimo filme para se ver neste final de semana.


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